Mês do Autismo começa sob críticas em Cordeirópolis: exclusão em evento e silêncio da prefeitura revoltam famílias

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O mês de abril, marcado pela conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), teve início em Cordeirópolis sob críticas e questionamentos por parte de famílias atípicas.

Reclamações que ganharam força nas redes sociais apontam possível exclusão de crianças atendidas pelo Centro de Atendimento ao Autista de Cordeirópolis (CACO) de um evento organizado pela prefeitura.

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Segundo relatos divulgados por mães e repercutidos pela página da jornalista e influenciadora digital Daniela Desidério, do perfil “Farofa da Desi”, o evento previsto para o dia 25 de abril, voltado à conscientização do autismo, não teria incluído o CACO, nem suas crianças, famílias ou equipe.

“A Apae foi convidada a participar, fazer faixas, etc. O CACO não foi convidado as crianças, as famílias e nem a equipe”, relata uma mãe.

 

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A situação gerou indignação entre pais, que utilizam grupos de apoio e redes sociais para cobrar explicações. O sentimento predominante é de exclusão em um momento que, justamente, deveria promover inclusão e visibilidade.

As críticas também recaem sobre a postura da administração municipal. Segundo os pais, até o momento, não houve manifestação oficial das secretarias envolvidas, especialmente Saúde e Educação, sobre os questionamentos levantados.

O silêncio tem sido interpretado por famílias como falta de resposta diante de uma demanda sensível. Além do episódio envolvendo o evento, pais relatam que a insatisfação não é recente.

Desde 2025, já existem reclamações relacionadas à incerteza sobre o funcionamento do CACO, dificuldades no direcionamento de atendimentos e mudanças que teriam impactado diretamente o acompanhamento das crianças.

Entre os pontos citados estão relatos de que pacientes com plano de saúde, como Unimed, deixaram de ser atendidos, além da redução ou ausência de atendimentos específicos para crianças com autismo.

O cenário, segundo familiares, tem gerado insegurança e sensação de abandono. A repercussão nas redes sociais mostra um ambiente de insatisfação crescente. Em mensagens compartilhadas, pais questionam os critérios adotados para organização do evento e cobram transparência.

“Nossas crianças também têm o direito de participar desse evento ou não?”, questiona uma das publicações.

Outro ponto levantado é a coerência das ações públicas. O mês de conscientização do autismo, tradicionalmente voltado à inclusão e à valorização das diferenças, passa a ser alvo de críticas quando famílias afirmam não se sentirem contempladas pelas iniciativas propostas.

Diante dos relatos, cresce a cobrança por uma posição oficial da prefeitura. Até o fechamento desta reportagem, os pais relataram que não houve retorno das secretarias responsáveis. O caso segue repercutindo entre famílias e deve continuar no centro das discussões ao longo do mês.

 

 

 

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